domingo, 26 de fevereiro de 2012

Leis a que são submetidas às mulheres muçulmanas



As mulheres muçulmanas têm mais deveres e regras do que direitos. As seguintes regras apresentadas são algumas a que as mulheres têm de obedecer, em geral, nos países muçulmanos:
-É absolutamente proibido às mulheres qualquer tipo de trabalho fora de casa, incluindo professoras, médicas, enfermeiras, engenheiras, etc;
-É proibido às mulheres andar nas ruas sem a companhia de um “nmahram” (pai, irmão ou marido);
-É proibido falar com vendedores homens;
-É proibido ser tratada por médicos homens, mesmo que em risco de vida;
-É proibido o estudo em escolas, universidades ou qualquer outra instituição educacional;
-É obrigatório o uso do véu completo (“burca”) que cobre a mulher dos pés à cabeça;
-É permitido chicotear, bater ou agredir verbalmente as mulheres que não usarem as roupas adequadas (“burca”) ou que desobedeçam a uma ordem talibã;
-É permitido chicotear mulheres em público se não estiverem com os calcanhares cobertos;
-É permitido atirar pedras publicamente a mulheres que tenham tido sexo fora do casamento, ou que sejam suspeitas de tal;
-É proibido qualquer tipo de maquilhagem (foram cortados os dedos a muitas mulheres por pintarem as unhas);
-É proibido falar ou apertar as mãos de estranhos;
-É proibido à mulher rir alto (nenhum estranho pode sequer ouvir a voz da mulher);
-É proibido usar saltos altos que possam produzir sons enquanto andam, já que nenhum homem pode ouvir os passos de uma mulher;
-A mulher não pode usar táxi sem a companhia do marido, pai ou irmão;
-É proibida a presença de mulheres em rádios, televisão ou qualquer outro meio de comunicação;
-É proibido andar de bicicleta ou motocicleta, mesmo com seus “maharams”;
-É proibido o uso de roupas que sejam coloridas, ou seja, “que tenham cores sexualmente atraentes”;
-Os transportes públicos são divididos em dois tipos, para homens e mulheres, pois os dois não podem viajar no mesmo;
-É proibida a participação de mulheres em festividades;
-É proibido o uso de calças compridas mesmo debaixo do véu;
-As mulheres estão proibidas de lavar roupas nos rios ou locais públicos;
-As mulheres não se podem deixar fotografar ou filmar;
-Todos os lugares com a palavra “mulher” devem substitui-la, por exemplo: O Jardim da Mulher deve passar a chamar Jardim da Primavera;
-Fotografias de mulheres não podem ser impressas em jornais, livros ou revistas ou penduradas em casas e lojas;
-As mulheres são proibidas de aparecer nas varandas das suas casas;
-O testemunho de uma mulher vale metade do testemunho masculino;
-Todas as janelas devem ser pintadas de modo a que as mulheres não sejam vistas dentro de casa por quem estiver fora;
-É proibido às mulheres cantar;
-Os alfaiates são proibidos de costurar roupas para mulheres;
-É completamente proibido assistir a filmes, televisão, ou vídeo;
-As mulheres são proibidas de usar as casas de banho públicas (apesar da maioria não ter casa de banho em casa).

sábado, 25 de fevereiro de 2012

A mulher no islamismo

    Há 1400 anos, o Islam afirmou que a mulher é um ser humano, que tem uma alma da mesma natureza que a do homem, e que ambos, homens e mulheres, gozam dos mesmos direitos. No Islam, a mulher é um ser responsável e não pode ser desrespeitada ou discriminada em razão de seu sexo. No ocidente, apesar dos avanços conseguidos pelos movimentos feministas, as conquistas alcançadas não representam sequer a terça parte do que o Islam já havia garantido. Sabemos que a mulher ainda é discriminada, o maior contingente de analfabetos está na população feminina, ela é vítima da violência, que começa em casa, recebe um salário menor para o exercício de funções que ela executa em igualdade de condições com o homem, etc.
    A diferença básica entre esses dois mundos, o oriental e o ocidental, é que o Islam, conforme revelado ao Profeta Mohammad, está pronto, bastando ser seguido por todos. O Islam dignifica o ser humano, garante direitos. Sua mensagem, ainda que dirigida inicialmente aos árabes, é universal e se aplica a todos os homens e mulheres, em qualquer lugar e em qualquer tempo. As origens do Islam são as mesmas que as das religiões anteriores e Mohammad foi o último profeta de Deus.


     Por: Pricília Gomes

O Papel da Mulher No Islam

Influenciada pela campanha anti-islâmica orquestrada pelos agentes do imperialismo atuante inclusive no Brasil, resultou em uma impressão da mulher muçulmana que era carregada de submissão irracional, escravidão e enclausuramento forçado.
Impressão está que tem boa parte de suas ocas fundações ou nas fantasias hollywoodianas carregadas de erotismo, luxuria e mercantilização da mulher como por exemplo a visão dos haréns recheados de beldades irracionais e subumanas fornecida pela grande farsa da leitura oriental chamada de As Mil e Uma Noites.
Vamos apresentar de uma forma sucinta o verdadeiro valor da mulher dentro da sociedade Islâmica, nos utilizaremos para satisfazer tal intento as únicas e aceitáveis fontes de informações fidedignas, que são o Alcorão Sagrado e a Sunnah do profeta Muhammad, que foi narrada por seus companheiros e que é chamada de hadiss.
A Condição da Mulher No Islam
Com a forma como a qual o Cristianismo no geral idealiza a mulher, idealização está que abortou a imagem feminina como sendo fonte de todo o pecado ligado a sensualidade.
O Islam instituiu a co-responsabilidade nestas questões, por outro lado o Alcorão Sagrado exemplifica em mais de uma passagem que a relação dos humanos com deus se constitui na fé e nos atos realizados neste plano existencial.
Transmitindo uma mensagem de equitatividade nunca antes presente em nenhum outro livro Sagrado (Bíblia ou Tora), diz Deus no Alcorão Sagrado:
''A quem praticar o bem, seja homem ou mulher, e for fiel, concederemos uma vida agradável e premiaremos com uma recompensa, de acordo com a melhor das ações.'' (Alcorão Sagrado 16:97)
''Quanto aos muçulmanos e às muçulmanas, aos fiéis e às fiéis, aos consagrados e às consagradas, aos verazes e às verazes, aos perseverantes e às perseverantes, aos humildes e às humildes, aos caritativos e às caritativas, aos jejuadores e às jejuadoras, aos recatados e às recatadas, aos que se recordam muito de Deus e às que se recordam d’Ele, saibam que Deus lhes tem destinado a indulgência e uma magnífica recompensa. '' (Alcorão Sagrado 33:35)
Seja homem ou mulher que cumprir os cinco pilares ''práticas'' do Islam terá a sua recompensa como diz Deus no Alcorão Sagrado:
''Ó humanos, em verdade, Nós vos criamos de macho e fêmea e vos dividimos em povos e tribos, para reconhecerdes uns aos outros. Sabei que o mais honrado, dentre vós, ante Deus, é o mais temente. Sabei que Deus é Sapientíssimo e está bem inteirado. '' (Alcorão Sagrado 49:13)
Pode se deduzir portanto que o Alcorão Sagrado tenciona estabelecer o equilíbrio entre o homem e a mulher, nunca precedendo um em detrimento do outro.
Invariavelmente para cada homem piedoso o Alcorão Sagrado cita com igual estima uma mulher piedosa.
Os casos das esposas de Abraão e Adão e das mães de Jesus e Moisés (que a Paz e a Bênção de Deus estejam sobre eles), exemplificam está tendência.
O Aspecto Intelectual da Mulher
O profeta Muhammad(que a Paz e a Bênção de Deus estejam sobre ele), disse aos seus contemporâneos:
''A procura do conhecimento é um dever para todos os muçulmanos''
E ainda acrescentou:
''Procurem a sabedoria do berço até o túmulo.''
E disse também:
''Procurai o conhecimento nem que para isso tenham que ir a China."
Está preciosa herança do profeta Muhammad (que a Paz e a Bênção de Deus estejam sobre ele), nos indica claramente que a percepção dos bens materiais ou imateriais que estão a nossa volta e a conseqüentemente transformação dele em benefícios para os mesmos ou para outros constituem em uma ''razão de vida'', para todos os muçulmanos independente do sexo, idade ou condição social.
O Alcorão Sagrado convida a homens e mulheres para que observem o universo, as plantas os animais, a chuva e etc, com a finalidade de desenvolver a inteligência e a percepção da existência de Deus.
Uma das mais nobres figuras da história do Islam é uma mulher, Aicha (que Deus esteja satisfeito com ela) conhecida por sua inteligência privilegiada e uma ótima memória.
Ela debatia freqüentemente com o profeta Muhammad, seu marido, os assuntos pertinentes a comunidade Islâmica desde o mais simples até aos mais complexos e delicados.
Ela foi também, após o falecimento do profeta Muhammad, ativa preservadora, organizadora, e divulgadora das tradições do profeta Muhammad(que a Paz e a Bênção de Deus estejam sobre ele), para as gerações futuras.
Outro exemplo temos em Nafisah descendente do Khalifa Ali e Shaikh Shuhda de Bagdá que adquiriram fama por terem conhecimento das ciências e da literatura.
O Iman Shafii, o grande teólogo do Islam, recorria a Nafisah quando lhe assolava a duvida em qualquer aspecto do Islam, literário, sociólogo, jurídico, etc...

Aluna: Edcleia Lopes de Cavalho 

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

O CRISTIANISMO DURANTE A QUEDA DO IMPÉRIO ROMANO

Uma das questões sociológicas muito debatidas ao longo da história é a questão de saber se o Cristianismo contribuiu ou não para a queda do Império Romano do Ocidente.
  • Santo Agostinho, pensador e religioso cristão do século V, refutava esta conexão.
  • Edward Gibbon e David Hume, propagadores da ideologia anti-religiosa do Iluminismo no século XVIII, foram da opinião contrária.
O Cristianismo tornou-se a religião oficial do Império Romano em 380, com o imperador Teodósio I. O Império Romano do Ocidente cairia cerca de 100 anos depois. Entre os séculos II e III, séculos em que o Cristianismo ganhou cada vez mais adeptos entre os Romanos, o Império começou a sentir os sinais da crise: foi-se diminuindo o número de escravos, ocorreram rebeliões nas províncias, a anarquia militar e as invasões bárbaras.
Quando se fala em "sinais da crise" que estariam pretensamente relacionados ao cristianismo, na verdade se fala de um período extremamente conturbado, no qual o Império chegou a estar muito perto da derrocada. Por volta de 285, o imperador Diocleciano salvou o Império Romano do colapso, dando a ele um último fôlego. Tudo isso já ocorria numa época em que os cristãos eram somente uma minoria marginalizada.
 
O Templo de Augusto e da deusa Roma em Pula: Sobretudo nas províncias existia verdadeiro culto imperial à figura do imperador

A tentativa de responsabilizar o cristianismo pelos fortes problemas vividos em Roma durante os séculos II e III fica bastante enfraquecida quando se percebe que mesmo no início do século IV apenas cinco a sete por cento dos romanos tinham se tornado cristãos; quase todos eles na parte Oriental do império, exatamente o lado que permanecera mais forte e estruturado durante a crise.
Além disso, mesmo na época da queda definitiva de Roma, o lado oriental continuava sendo o mais cristianizado. E foi esse lado mais cristão que sobreviveu na forma posteriormente conhecida como Império Bizantino.
Se a Igreja tivera reticências ao serviço militar nos tempos da perseguição, a partir do momento que o império se tornou cristão considerava um crime grave alguém furtar-se ao seu dever. A pena por deserção no exército era ser queimado a fogo lento. A Igreja tornou-se fervorosamente patriótica e romana a ponto de desgostar um neo-pagão como o imperador Juliano, o Apóstata que achava que os cristãos só deviam poder ensinar coisas relacionadas com o cristianismo e não cultura clássica. De alguma maneira, aumentou a consistência do império.
Um outro argumento que se apresenta normalmente, é que enquanto o Império pagão fora tolerante, o cristianismo era intolerante perseguindo pagãos, cristãos considerados heréticos e judeus. Roma, de fato, fora no início do Cristianismo relativamente tolerante - se perseguira pontualmente grupos como os cristãos fora por motivos muito específicos. A recusa dos cristãos em aceitar o culto da divindade do imperador foi com toda probabilidade a base jurídica da perseguições que se seguiram.[ A devoção monoteísta dos cristãos e sua rejeição aos rituais tradicionais deram os motivos adicionais.
Depois das dificuldades do século III, vários imperadores procuraram centralizar mais o Estado, obter um maior controle dos cidadãos para que deste modo fosse mais fácil mobilizar recursos humanos e financeiros para defender o fragilizado império, e unificar o império em torno de uma ideologia. Com Constantino I tornou-se o cristianismo a religião a obter esse monopólio.

Por: Lays Oliveira Carneiro

domingo, 15 de janeiro de 2012

Crise no Império

     No auge do império romano alguns fatores contribuíram com o declínio,"morte natural",dentre eles a dependência do  campo,como não tinha mais escravos para atuar na produção, houve a valorização  do produto ,que passou a ser cobrado a preços absurdos,Com o fim das expansão  não tinha mais não tinha mais a escravidão por conquistas,a inflação, corrupção na arrecadação de impostos,esses fatores geraram a crise na economia ,primeiro passo  para  a queda do império.
   O"surgimento dos colunatos"foi mais um fator contribuinte com a  crise econômica ,pois os pequenos produtores estavam cada vez mais pobres e os impostos mais altos.Como seu território era imenso,os romanos se veem diante de mais um fator,a divisão do império.
   Podemos perceber que o Império Romano ,um dos maiores da história , começou a declinar em seu auge, tendo como  causas fatores fatores econômicos e políticos.

Aisla Mercia

comentário Reforma Agrária

Proposta pelos irmãos Graco em Roma a Reforma Agrária (redistribuição de terras, entre os mais pobres), permanece até hoje e se expandiu para todo o mundo. No Brasil a Reforma Agrária está associada ao movimento sem terra, que pressiona o governo para que os projetos saiam do papel e passem para prática.

Aisla Lazaro

Crise No Império Romano

Após séculos de glórias e conquistas territoriais, o Império Romano começou a apresentar sinais de crise já no século III.
Causas da crise do Império Romano:

- Enorme extensão territorial do império que dificultava a administração e controle militar (defesa);
- Com o fim das guerras de conquistas também diminuíram a entrada de escravos. Com menos mão-de-obra ocorreu uma forte crise na produção de alimentos. A queda na produção de alimentos gerou a diminuição na arrecadação de impostos. Com menos recursos, o império passou a ter dificuldades em manter o enorme exército;
- Aumento dos conflitos entre as classes de patrícios e plebeus, gerando instabilidade política;
- Crescimento do cristianismo que contestava as bases políticas do império (guerra, escravidão, domínio sobre os povos conquistados) e religiosas (politeísmo e culto divino do imperador);
- Aumento da corrupção no centro do império (Roma) e nas províncias (regiões conquistadas);

Estes motivos enfraqueceram o Império Romano, facilitando a invasão dos povos bárbaros germânicos no século V.